Esta escassez de pessoal influencia as estratégias de recrutamento das emmpresas e nos esforços que empreendem para contratar. Não esperam que o trabalhador procure emprego, saem diretamente à procura dele.
Os métodos de seleção evoluíram. Um número crescente de empresas utilizam diferentes métodos de recrutamento: anúncios na imprensa, organização de eventos, anúncios na web, propostas de trabalho mais flexíveis; ou recorrem a terceiros tais como as agências de trabalho temporário. Tudo isto com a esperança de garantir a maior cobertura possível.
Neste contexto, é natural que haja em certos setores uma sobrevalorização nas remunerações. As empresas oferecem incentivos além dos salários para preencher os postos de trabalho disponíveis.
Hoje em dia, as empresas são muito mais sensíveis à personalidade e ao comportamento dos seus empregados (futuros). Dão portanto uma grande importância a estes aspectos na hora da entrevista pessoal.
O conceito de “carreira” individualizou-se. De certa forma, cada assalariado é mestre da sua própria carreira. As empresas esperam cada vez mais que os seus empregados exponham os seus próprios desejos e propostas, especialmente no que diz respeito à formação.
Os contratos de trabalho são cada vez mais individualizados e podem até variar ao longo de uma carreira. Fórmulas como: trabalho temporário, subcontratação, contratos indeterminados, trabalhos de freelancer, teletrabalho … já não se excluem, sendo encaradas como complementares para executar um trabalho.
Os trabalhos já não têm o mesmo carácter de permanência. Uma carreira de 40 anos numa só empresa é uma exceção. A mobilidade e a faculdade de se adaptar a novas empresas são a regra.
As carreiras “horizontalizam-se”. Numerosos níveis intermédiários desaparecem e em lugar de promoções rápidas (e verticais) existe uma tendência em oferecer uma promoção horizontal que consiste em realizar outro tipo de trabalho mais interessante. Por exemplo, pode-lhe ser proposto uma maior mobilidade ou um maior poder de decisão.
Os novos valores dão maior importância à construção de uma trajetória profissional. Os candidatos examinam tudo: os trainings possíveis, o conteúdo do trabalho, o ambiente no trabalho, a flexibilidade de horários, o salário, etc. com um olhar muito mais crítico do que antes. Medem todos estes valores com as suas expectativas, o seu desenvolvimento pessoal ou a pressão que esse trabalho exerceria na sua vida privada.
Por isso, cada vez mais o conceito de “Carreira Profissional”, é visto como uma construção individual e não apenas dependente de sindicatos ou de organizações patronais. Cada vez mais se valoriza o conceito de os trabalhadores agirem e penarem como se de uma empresa se tratasse.
E você, Como você está construindo a sua carreira profissional?
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