sexta-feira, 26 de novembro de 2010

As novas carreiras profissionais

A economia mundial funciona no máximo das suas capacidades. Como consequência, detectou-se uma escassez em certas profissões e títulos. A procura de informáticos, engenheiros, electricistas, entre outros ultrapassa muitas vezes a oferta.
Esta escassez de pessoal influencia as estratégias de recrutamento das  emmpresas e nos esforços que empreen­dem para contratar. Não esperam que o trabalhador procu­re emprego, saem diretamente à pro­cura dele.

Os métodos de seleção evoluíram. Um número crescente de empresas uti­lizam diferentes métodos de recruta­mento: anúncios na imprensa, organi­zação de eventos, anúncios na web, propostas de trabalho mais flexíveis; ou recorrem a terceiros tais como as agências de trabalho temporário. Tudo isto com a esperança de garantir a maior cobertura possível.

Neste contexto, é natural que haja em certos setores uma sobrevaloriza­ção nas remunerações. As empresas oferecem incentivos além dos salários para preencher os postos de trabalho disponíveis.
Hoje em dia, as empresas são muito mais sensíveis à personalidade e ao comportamento dos seus empregados (futuros). Dão portanto uma grande importância a estes aspectos na hora da entrevista pessoal.

O conceito de “carreira” individuali­zou-se. De certa forma, cada assalaria­do é mestre da sua própria carreira. As empresas esperam cada vez mais que os seus empregados exponham os seus próprios desejos e propostas, especialmente no que diz respeito à formação.


Os contratos de trabalho são cada vez mais individualizados e podem até variar ao longo de uma carreira. Fórmulas como: trabalho temporário, subcontratação, contratos indetermi­nados, trabalhos de freelancer, tele­trabalho … já não se excluem, sendo encaradas como complementares para executar um trabalho.

Os trabalhos já não têm o mesmo carácter de permanência. Uma carreira de 40 anos numa só empresa é uma exceção. A mobilidade e a faculdade de se adaptar a novas empresas são a regra.
As carreiras “horizontalizam-se”. Numerosos níveis intermédiários desapa­recem e em lugar de promoções rápi­das (e verticais) existe uma tendência em oferecer uma promoção horizontal que consiste em realizar outro tipo de trabalho mais interessante. Por exem­plo, pode-lhe ser proposto uma maior mobilidade ou um maior poder de decisão.

Os novos valores dão maior impor­tância à construção de uma trajetória profissional. Os candidatos examinam tudo: os trainings possíveis, o conteú­do do trabalho, o ambiente no traba­lho, a flexibilidade de horários, o salá­rio, etc. com um olhar muito mais críti­co do que antes. Medem todos estes valores com as suas expectativas, o seu desenvolvimento pessoal ou a pressão que esse trabalho exerceria na sua vida privada.

Por isso, cada vez mais o conceito de “Carreira Profissional”, é visto como uma construção individual e não apenas dependente de sindicatos ou de organizações patronais. Cada vez mais se valoriza o conceito de os trabalhadores agirem e penarem como se de uma empresa se tratasse.

E você, Como você está construindo a sua carreira profissional?

criseedinhero.com
Comunicação LCA Treinamentos & Consultoria

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